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Caso Davi Fiuza: DHPP vai pedir ao MP nova ampliação de prazo para conclusão do inquérito

O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) vai pedir mais uma dilação (ampliação) do prazo para conclusão do inquérito que investiga o desaparecimento do adolescente Davi Fiuza, ocorrido em outubro de 2014 (relembre). De acordo com a promotora responsável pelo caso, Isabel Adelaide, o diretor do DHPP, José Bezerra, informou nesta quarta-feira (25) que há dificuldades no cruzamento de dados e na análise de provas periciais, o que vai obrigar a Polícia Civil a solicitar mais tempo para encerrar as apurações e remeter o caso ao Ministério Público da Bahia (MP-BA). “Nós não podemos deixar esse caso sem resposta como não se pode processar alguém sem provas conclusivas. É melhor aguardar mais um pouco. A prova técnica não pode ser feita de forma açodada”, explicou Isabel. O DHPP já havia requerido o mesmo em outubro do ano passado e teve a solicitação atendida pelo MP-BA, que concedeu a extensão das investigações por mais 90 dias, no dia 17 do mesmo mês. Teoricamente, o prazo terminaria no último dia 17 de janeiro. Ainda segundo a promotora, o diretor deve enviar ainda nesta quinta (26) um relatório prévio com o pedido de dilação. Após a análise do documento, Isabel vai decidir se acata, ou não, o pedido. A promotora informou que tem um prazo de até cinco dias após o envio do relatório para responder à solicitação. Davi desapareceu há mais de dois anos, aos 16 anos, próximo à sua casa, na localidade de Vila Verde, no Parque São Cristóvão, em 24 de outubro. De acordo com relato de familiares, o menino foi levado pela Polícia Militar, que fazia uma operação na região. Em abril do ano passado, o então advogado da família, Paulo Kleber Carneiro Carvalho Filho, informou em entrevista ao jornal Correio que as investigações tinham sido concluídas com o indiciamento de 23 policiais, sendo 19 alunos do Curso de Formação da PM (entenda). Entretanto, desde então, o fim das apurações passou por sucessivos adiamentos. Em julho, o secretário de Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa, garantiu que o inquérito estava “prestes a ser concluído” e passava por revisão (veja aqui). Desde então, passaram-se mais de seis meses.
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