Terça, 03 de Abril de 2018 - 11:00
por Glauber Guerra

Foto: Priscila Melo/ Bahia Notícias
Próximo de deixar o comando da Federação Bahiana de Futebol (FBF) após 16 anos no posto, Ednaldo Rodrigues negou que tenha “apego ao poder”, uma das principais críticas do seus opositores. “Eu respeito toda crítica. A gente tem sempre que respeitar a opinião dos outros. Nesse ponto, eu não tenho culpa porque são os filiados que votam (...) Não é um tempo que a vontade toda do presidente ou a ânsia de poder é que está lá, é uma imposição dos filiados para que a gente possa continuar fazendo o trabalho”, afirmou. O dirigente ainda explicou o motivo de desistir da reeleição e apoiar Ricardo de Lima, atual vice-presidente da entidade. “Desde eleição passada eu já pensei em não ser candidato. A gente tinha essa pretensão. O futebol pertence aos filiados e a gente vinha evoluindo as conversas neste ano. O Ricardo já estava bem preparado desde outra eleição e Manfredo [atual diretor jurídico, que será candidato à vice] também. Ouvimos os filiados, que são os clubes da Primeira Divisão, da Segunda e as Ligas Municipais. Alguns queriam que eu continuasse presidente. Mas temos outros projetos como a vice-presidência da CBF, que vai abrir horizontes e fortalecer o futebol baiano. E os filiados sinalizaram positivamente o nome de Ricardo para a presidência da Federação”, pontuou. O cartola ainda revelou ser contra a torcida única nos Ba-Vi’s e explicou como irá desempenhar a função de vice-presidente da CBF, cargo que ocupará a partir de 2019. Clique aqui e confira a entrevista completa.


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