Como vencer uma eleição presidencial nos Estados Unidos da America?

 


A vitória, na eleição americana, depende do colégio eleitoral. Nesse voto, uma maioria simples de 270 dos 538 votos disponíveis leva à Casa Branca.

É possível ganhar o voto popular mas perder a eleição no colégio eleitoral, como aconteceu com os democratas Al Gore, em 2000, e Hillary Clinton, em 2016.

Funciona assim: cada Estado vale uma determinada quantidade de "eleitores" para o colégio eleitoral — com base no tamanho de sua representatividade no Congresso. Com isso, alguns Estados se tornam especialmente importantes para os candidatos, por terem mais peso.

Os seis maiores do país são Califórnia (55), Texas (38), Nova York (29), Flórida (29), Illinois (20) e Pensilvânia (20).

Sendo Califórnia, Nova York e Illinois de tendência democrata, e o Texas tradicionalmente republicano, a briga pela Presidência costuma ocorrer de fato nos chamados "Estados-pêndulo", como Ohio e Flórida — que podem "mudar de lado" a depender do candidato. Arizona, Pensilvânia e Wisconsin devem ser considerados Estados-pêndulo em 2020.

Em geral, organizadores de campanha preferem nem mandar candidatos ou investir recursos em Estados que consideram perdidos para os opositores.

Bastiões republicanos como Idaho, Alasca e muitos Estados do sul são considerados "vermelhos" (republicanos), enquanto redutos democratas como o nordeste americano e a região da Nova Inglaterra, na costa leste, são chamados de "azuis" (de maioria democrata).

Cada Estado faz sua contagem de votos, e o vencedor costuma ser declarado algumas horas depois das eleições.

Depois de um período de transição, o novo presidente assume em janeiro, em uma grande cerimônia de posse.

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