Sem provas, Trump usa a máquina do governo para reforçar discurso de fraude

 


“A recusa do presidente Trump em admitir sua derrota desacredita os esforços do Departamento de Estado por eleições livres e justas no exterior e para que perdedores aceitem os resultados?” A esta cobrança de um repórter por coerência nas ações do governo americano, o secretário de Estado, Mike Pompeo, preferiu classificar simplesmente de “ridícula”. E reverberou a cantilena de seu chefe, prevendo um período suave de transição a caminho do segundo mandato na Casa Branca.

Em julho, ele usou uma viagem oficial ao Oriente Médio como palco para discursar na Convenção Republicana. Rompeu uma tradição de mais de sete décadas em que secretários de Estado estiveram alheios a campanhas eleitorais. Dois meses antes do pleito, Pompeo aterrissou em Roraima para visitar refugiados venezuelanos e atacar o governo Maduro, correspondendo, assim, às expectativas da base hispânica e republicana da Flórida. O esforço recompensou.


Enquanto líderes de países aliados se mobilizam para parabenizar Biden pela vitória, por uma clara diferença de votos na Pensilvânia, Pompeo envia sinais contrários a seus diplomatas no exterior.

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