Indícios da já esperada calmaria




Monalisa Tavares venceu as Eleições de 2020 com 46,86% dos votos válidos, ou seja: obteve 6.521 votos. Citamos tal percentual e números totais como ponto de partida para quem deseja entender as razões de ataques tão agressivos e advindos de diversas frentes oposicionistas.


É que, dos demais eleitores, 36,87% votaram no segundo candidato, 12,21% votaram no terceiro candidato, 3,06% votaram no quarto candidato e 0,99 votaram no quinto candidato, ou seja: 53,14% (a maioria) dos eleitores exerceram a sua preferência de votantes, escolhendo outros candidatos.


Normal, portanto, que muitos torceram no início e outros continuam torcendo, até o momento e devem continuar, aguardando algum tipo de causa que gere um desastre da gestão, a fim de que possam poder sonhar com o fracasso do governo atual, pois somente assim terão qualquer tipo de chance de convencer, a mudar de lado, o eleitor que faz parte dos 6.521 que elegeram Monalisa.


Todo início de gestão sofre com ajustes necessários e dolorosos, principalmente relativos ao controle de gastos excessivos e a renegociação da dívida pública do município. Há, ainda, muitas pessoas que precisam trabalhar, mas não encontraram vagas suficientes para atender a todos os que contavam com um contrato ou nomeação na maior empregadora municipal, que é a Prefeitura.


Mas o governo está em movimento célere. As principais reivindicações populares têm sido cumpridas (dentro dos limites orçamentários). As queixas advindas, principalmente, dos grupos derrotados, portadores da segunda e quarta colocação, têm mais ar de despeito por ter perdido a eleição, do que de respeito pela condução da coisa pública.


E ainda mais: não são os candidatos vencidos que se posicionam diretamente como líderes de oposição. Pelo contrário: usam pessoas sem histórico politico e sem nada a perder para inundarem as redes sociais com disse-me-disse e invencionices novelescas. A exceção foi o quarto colocado, que, despido de consciência crítica e de fundamentação jurídica, tenta exonerar, via justiça, a atual secretária de Saúde, utilizando entendimentos já superados pelos tribunais superiores, sobre a indicação de parentes para cargos que hoje são considerados de natureza política, não sendo de bom tom o Poder Judiciário adentar na seara Administrativa do Município, apenas para acatar o desejo de quem perdeu a eleição e, não podendo atingir a mãe, quer atingir a filha.


Esses malfadados esforços oposicionistas foram toda a carga que eles tinha em seu pífio arsenal, não tendo sido capazes, como achavam, sonhavam, desejavam, de fazer chover forte nos atos da Administração, talvez com a ilusão de que o barco fossem fazer água, ou ser tragado pelas marolinhas, que eles juravam ser vagalhões.


Sem as grandes ondas imaginadas em suas mentes infantis (na política...) a oposição vê agora até as marolinhas se amainarem, trazendo para o bem de todos os ibicaraienses, uma calmaria que tornará possível à Monalisa e seus colaboradores no governo, tratarem de coisas importantes e urgentes para Ibicaraí, sem a preocupação com os esperneios e chiliques sem sentido dos perdedores.

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