Grupo que intermediou vacinas procurou Bolsonaro, indicam mensagens em celular de policial

 


Mensagens no celular do policial que denunciou um suposto pedido de propina no Ministério da Saúde apontam que o grupo do qual ele faz parte procurou o presidente Jair Bolsonaro para tratar do negócio de compras de vacina AstraZeneca por meio da intermediária americana Davati.


A CPI da Covid no Senado tenta ouvir os envolvidos ainda esta semana.


O elo entre o grupo e o presidente seria o reverendo Amilton Gomes de Paula, que foi convocado a depor na CPI da Covid. O depoimento estava marcado para quarta-feira (14), mas ele apresentou um atestado médico que o impede de depor por 15 dias.


Nesta terça-feira (13), uma junta médica do Senado foi até a casa do reverendo para fazer uma perícia e confirmou os problemas de saúde.


Amilton se tornou alvo dos senadores após a revelação de que uma entidade comandada por ele teria participado de negociações de vacinas com o Ministério da Saúde.


A Secretaria Nacional de Assuntos Humanitários, a Senah, chegou a ser reconhecida pelo ministério em documentos como intermediária na negociação paralela por 400 milhões de doses da vacina AstraZeneca com a Davati, empresa americana localizada no Texas.


A AstraZeneca diz que negocia diretamente e apenas com governos, sem intermediários.

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