'Fazer rádio é um compromisso social', afirma Leandro Guerrilha no Dia do Radialista

 


'Fazer rádio é um compromisso social', afirma Leandro Guerrilha no Dia do Radialista
Foto: Reprodução / Instagram

A data 21 de setembro pode ser dúvida para alguns, mas para outros é uma certeza, esta é a comemoração oficial do Dia do Radialista, data que tem ligação direta ao dia em que o então presidente Getúlio Vargas, em 1943, sancionou a lei que fixava um piso salarial para os profissionais da categoria.

 

Para o radialista Leandro Guerrilha, é neste dia que os profissionais da área devem ser homenageados. Segundo o também vereador, a classe foi vítima de uma injustiça com a alteração da data para o dia 7 de novembro, mas a confusão não faz com que a profissão perca o brilho.

 

"Temos a alegra de poder ser de um veículo que mesmo com a tecnologia, passa ano após ano, o rádio se reinventa. Estamos no carro, em casa, na internet. O rádio traz prestação de serviço, ação social, ele diverte, é companheiro, ele é único. Ao mesmo tempo que ele informa sobre uma tragédia que está acontecendo, ele também diverte com mensagens, fazem pessoas sonhar com histórias. Ele se adapta a todas tecnologias".

 

A mudança para o dia 7 de novembro foi feita em 2006 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, como uma homenagem ao músico e radialista Ary Barroso, por meio da lei nº 11.327, e divide opiniões na área.

 

"Ary Barroso é um excelente compositor, mas os radialistas não se sentiram nem prestigiados nem ouvidos. Desde quando eu entrei na Câmara Municipal em 2013 que é uma cobrança e nós conseguimos aprovar a lei do Dia Municipal do Radialista".

 

Apesar dos pesares, o radialista garante que a categoria tem muito do que se orgulhar neste dia 21 de setembro e muito pelo que lutar. 

 

Segundo Guerrilha, que em momento algum duvidou do potencial da rádio em meio as novas tecnológicas, é necessário que haja um incentivo a classe e investimento em novos talentos da rádio.

 

"Ser radialista, ao mesmo tempo que é uma profissão e a realização de um sonho, é um compromisso social. Todas as previsões catastróficas sobre o rádio não se confirmaram. O que ameaça o rádio, talvez seja a falta de oportunidade para os novos profissionais, e isso pode ser corrigido com cursos de capacitação, cursos profissionalizantes, lugares que formem novos talentos".

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