O senador Angelo Coronel (PSD) resolveu esticar a corda. Jogou alto — e não foi correspondido.
O site apurou que o comando nacional do PSD tratou de reafirmar que, na Bahia, o partido segue sob a liderança de Otto Alencar, desarmando uma movimentação de Coronel para ter aval do partido em suas movimentações no estado.
No campo da oposição, Coronel também teria tentado encarecer o passe nas conversas com ACM Neto (União Brasil). A sinalização, segundo interlocutores, seria entrar “a peso de ouro”: a migração para o PSDB e uma chapa com apenas um candidato ao Senado — ele próprio. A pedida não teria prosperado porque, para segurar o PL na aliança, Neto precisa acomodar João Roma como candidato em uma das vagas ao Senado.
Sem espaço para impor as condições, Coronel baixou a guarda e autorizou o filho, o deputado federal Diego Coronel (PSD), a reaabrir diálogo com o governador Jerônimo Rodrigues (PT). A tendência, neste momento, é de permanência na base governista, com a possibilidade de Diego ser indicado para a composição majoritária — na condição de vice — e Angelo Coronel reposicionado como candidato a deputado federal.


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