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Cantor Gabriel Diniz morre aos 28 anos em acidente aéreo em Sergipe



O cantor Gabriel Diniz e os pilotos Linaldo Xavier e Abraão Farias morreram nesta segunda-feira (27) em um acidente com um avião monomotor, em Sergipe.
Gabriel Diniz fez um show na noite de domingo (26) na cidade de Feira de Santana, na Bahia. Com a alegria de sempre, o cantor embalou um público de três mil pessoas. Gabriel dormiu em Feira de Santana.
Nesta segunda-feira (27), por volta de 6h30, foi para Salvador de carro com um amigo. No fim da manhã, embarcou no aeroporto da cidade num avião monomotor para Maceió. Gabriel estava com dois amigos que são pilotos: Linaldo Xavier e Abraão Farias.
O cantor seguia para Maceió comemorar o aniversário da noiva, Caroline Calheiros. Antes de decolar, GD, como era conhecido, publicou um vídeo nas redes sociais.
Por volta do meio-dia, quando tinha acabado de passar da divisa entre os estados da Bahia e de Sergipe, o avião caiu na região de Porto do Mato, município de Estância. Foram os moradores que avisaram a polícia da queda da aeronave.
“Quando eu saí, eu vi que ele não estava normal, ele já ia meio desgovernado”, contou um morador.
A equipe do JN conseguiu chegar até próximo ao local, que é de difícil acesso. Havia muitos galhos. Mas do local foi possível ver os destroços do avião.

Massacre de Manaus


A suspeita das autoridades é de que o massacre nos presídios de Manaus tenha sido motivada por uma disputa pelo comando de uma mesma facção. Na noite desta terça-feira, chegou ao estado o grupo da Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária (FTIP), que ficará por 90 dias dentro das unidades onde ocorreram os conflitos.
A maioria dos 55 detentos mortos nesta semana morreu de asfixia ou golpeada por objeto perfurante. Até esta terça-feira, 16 corpos haviam sido liberados. O massacre é o segundo ocorrido no Amazonas em menos de 3 anos.
Em 2017, os presídios de Manaus já tinham sido palco do maior massacre do sistema penitenciário do estado, com 65 mortes dentro de unidades prisionais — foram 56 casos apenas no Compaj. Naquela época, membros da Família do Norte (FDN) atacaram presos do Primeiro Comando da Capital (PCC) durante uma rebelião que durou 17 horas.
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