Imbassahy diz que governo federal torna Brasil um párea e revela pedido para analisar sanidade de Bolsonaro


 

Antônio Imbassahy, secretário especial de São Paulo em Brasília, criticou o comportamento do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido) e os efeitos do que classifica como negligência, que, segundo afirmou, durante entrevista ao Jornal da Metrópole, da Rádio Metrópole, apresentado por Zé Eduardo, está tornado o país um pária internacionalmente.

“Estamos vivendo uma situação muito desagradável. O Brasil está se transformado num país pária, rejeitado em todo mundo. O comportamento do presidente, de ataque à imprensa, meio ambiente... o presidente diz que usar máscara faz mal. O Brasil está virando um país da contaminação, os demais países do mundo querem se afastar, aqui está virando laboratório, um campo fértil para aparecimento de novas cepas”, destacou Imbassahy.

O secretário especial de São Paulo em Brasília afirmou que quando as pessoas não usam máscara e circulam em grandes aglomerações, isso cria um campo fértil para novas contaminações e mutação das cepas do novo coronavírus.

“Quando se tem uma circulação muito grande, com o vírus instalado em meio à sociedade; o vírus evolui, a cepa se desenvolvendo para algo mais agressivo, é o que está acontecendo no Brasil. A cepa P1, da Amazônia, está se desenvolvendo e não sabemos ainda se os imunizantes, as vacinas que estão sendo aplicadas em todo mundo, são eficazes para essa novas cepas. Estamos finalizando os estudos para verificar se a Coronav é eficaz a essa nova cepa [P1]. Tudo indica que a vacina do Butantan será eficaz, mas não temos comprovação ainda”, explicou o secretário.

O gestor baiano revela que em 2020, quando o país enfrentava um período crítico da pandemia, e o governo federal se recusava a adquirir lotes da Coronavac, chegou a acionar o TCU, PGE, STF, Conselho Nacional de Justiça e Conselho Nacional do Ministério Público para “criar um ambiente que obrigasse governo federal a comprar vacina do Butantan”, buscando acelerar o processo de vacinação. Ele afirmou que o governo Bolsonaro “comprou 46 milhões forçado pelas circunstâncias”, que serão entregues em Agosto. Ele disse que está à disposição da União mais 54 milhões de doses.

Faculdades mentais

O secretário do governo de São Paulo revela que na última quinta-feira, (4), durante um jantar com o governador João Doria e com o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), solicitou ao parlamentar que entre com “um requerimento para organizar uma junta médica para analisar as faculdades mentais do presidente”.
É uma coisa muito séria. O país está indo para os 250 mil mortos, com 1800 pessoas morrendo por dia e ele [Bolsonaro] falar do jeito que falou, para comprar vacina com a mãe. Ele deve ter problemas nas faculdades mentais. É bom isso para parar um pouco o ímpeto a favor da morte, da desgraça e do sofrimento dele, não pode ser assim”, desabafou Antônio Imbassahy.

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