São Paulo dá resposta negativa em outro "jogo grande" e mostra questões a resolver


 

Depois de ter sido derrotado por 4 a 0 pelo Palmeiras na final do Campeonato Paulista, no início de abril, o São Paulo ainda não tinha se deparado com um jogo com clima de clássico e decisão como o do último domingo, diante do Flamengo.

Era a chance, portanto, de o time dar uma resposta definitiva de que aquela ferida do vice-campeonato do Paulistão já tinha ficado para trás. Vencer em um jogo grande, em um clássico Rio-São Paulo, elevaria o moral.

Mas o que se viu em um Maracanã com mais de 51 mil pessoas foi o chamado jogo de um time só. E este não foi o São Paulo. A equipe de Rogério Ceni fez tudo ao contrário do que costuma fazer em seus jogos dentro de casa e foi justamente derrotada por 3 a 1.

Nervoso, o meio de campo foi praticamente nulo e abusou dos erros individuais. Logo no começo do confronto, o volante Pablo Maia, um dos mais regulares no ano, cometeu dois vacilos que só não terminaram em gols graças às defesas de Jandrei.

Mas a dificuldade com a marcação pressão do Flamengo era tanta que uma hora ou outra a conta dos inúmeros erros ia chegar. E ela veio aos 24 minutos do primeiro tempo, quando Rodrigo Nestor foi desarmado na intermediária e Gabigol abriu o placar.


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