Desembargador Salomão Resedá nega irregularidades e diz que vai apresentar defesa aoCNJ



 O desembargador Emílio Salomão Pinto Resedá se manifestou sobre a reclamação disciplinar protocolada pela subprocuradora-geral da República, Lindôra Araújo, acatada pela corregedora-nacional de Justiça, a ministra Maria Thereza de Assis Moura.

Salomão negou ter cometido qualquer irregularidade e afirma que se antecipou ao se declarar como intimado no site do CNJ.

Em contato com o BNews, ele confirmou que tomou a atitude ainda antes de ser notificado pelo Tribunal de Justiça e que já está preparado para apresentar a sua defesa.

Fora de Salvador nos últimos dias, o desembargador que tem atuado em home-office disse que viria para a capital baiana somente para ser intimado, mas conseguiu ter acesso ao documento pela internet.

"Eu estou no interior, eu ia em Salvador para me dar como intimado, mas não não consegui falar com o desembargador", disse o magistrado.

De acordo com a denúncia, Salomão Resedá teria cometido atos irregulares no caso de anulação da titularidade de terras, que supostamente teria beneficiado a empreiteira OAS.

O caso é investigado no âmbito da Operação Faroeste, mas o desembargador não foi denunciado criminalmente.

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