Ao renunciar comissão, ministra dá sinais de afastamento do grupo pró-Lava Jato no STF

 


Ao renunciar comissão, ministra dá sinais de afastamento do grupo pró-Lava Jato no STF
Foto: Nelson Jr./ SCO/ STF

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF) renunciou à presidência da comissão que analisa mudanças no regimento da Corte. Indicada pelo atual presidente do tribunal, ministro Luiz Fux, ela integraria a comissão ao lado dos ministros Luís Roberto Barroso e Edson Fachin.

 

Segundo a coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, a atitude foi interpretada como um sinal de afastamento dos ministros alinhados à aplicação de penas mais duras, quase sempre endossando atos da Operação Lava Jato. Antes disso, nesta semana, ela já havia causado surpresa ao votar a favor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no processo em que ele pedia acesso às mensagens trocadas entre o ex-juiz Sergio Moro e procuradores da Lava Jato.

 

Mas apesar dessa interpretação, o motivo apresentado por Cármen Lúcia foi já estar na Comissão de Veneza, que discute questões constitucionais no âmbito da Europa. Isso gerou estranheza porque esse grupo se reúne apenas quatro vezes por ano.

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