Chance de vitória sobre River mostra que Fluminense não está na Libertadores a passeio

 


O nervosismo e o gol sofrido nos minutos iniciais poderiam passar a impressão de que o Fluminense não estava à altura de um River Plate e de uma Libertadores. Engano. Na sequência da partida, principalmente no segundo tempo, o time comandando por Roger Machado teve poder de reação e personalidade e mostrou que não está na competição para fazer figuração. No fim, o empate em 1 a 1 na estreia ficou barato - para a equipe argentina. O Tricolor teve chances e mereceu ter saído do Maracanã com a vitória.


O adversário da estreia era ninguém menos que o River, um time organizado por Gallardo, que mantém a base há anos e vem chegando consistentemente nas fases agudas da competição. Nas entrevistas antes do jogo, porém, Roger fez questão de frisar que o Fluminense também quer ser protagonista do grupo que conta também com Santa Fé e Junior Barranquilla.


Os minutos iniciais da partida não indicavam isso. Um Fluminense nervoso, de jogadores cometendo erros bobos, não conseguia sair da marcação alta do time argentino. Cenário que culminou com o pênalti evitável de Marcos Felipe em Borré após um passe displicente de Yago em um bate-rebate e o gol de Montiel.


Mas em vez de se desesperar, Fluminense se acalmou e se organizou em campo, principalmente defensivamente, com as duas linhas de quatro, e Kayky e Luiz Henrique ajudando na recomposição. O River pouco ameaçou.

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